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Marcando os 83 dias de greve nas Instituições Federais de Ensino, representantes do Comando Nacional de Greve do ANDES-SN realizaram na manhã desta terça-feira (7) um ato em frente ao prédio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Ministério da Educação, para solicitar, novamente, uma audiência com o presidente da entidade, Jorge Guimarães. Duas correspondências já haviam sido enviadas à entidade, que não se manifestou ao CNG.

Os docentes solicitam que a Capes reconheça o momento de excepcionalidade da paralisação e suspenda os prazos relacionados à conclusão de dissertações e teses de bolsistas vinculados à instituição, relatórios de bolsistas de produtividade e de projetos de pesquisa e também editais concernentes ao trabalho acadêmico, pelo tempo que durar o movimento de greve dos docentes.

Após mais de uma hora de manifestação bem humorada, com bandeiras, panfletagem, música e intervenção artística de uma dupla de clowns, uma comissão de professores foi recebida pela chefe de Gabinete da entidade, Cássia Mendes, e pelos diretores de Gestão, Fábio Vaz, e de Relações Internacionais, Denise Neddermeyer.

A chefe de Gabinete recebeu a carta em nome de Guimarães e disse o movimento grevista vem sendo acompanhado pela entidade. Cássia se comprometeu em encaminhar tanto a solicitação de audiência quanto a de revisão e reavaliação dos prazos ao presidente da Capes.

Na avaliação do CNG do ANDES-SN, a atividade foi vitoriosa, pois conseguiu ser recebida por representantes do alto escalão da Capes e causar uma mobilização na entidade, no sentido de ter que se manifestar a respeito da greve dos professores, que teve início em 17 de maio.

Clique neste link para visualizar o documento entregue à Capes: http://portal.andes.org.br/imprensa/noticias/imp-ult-109171827.pdf

Fonte: Andes-SN

Marcando os 83 dias de greve nas Instituições Federais de Ensino, representantes do Comando Nacional de Greve do ANDES-SN realizaram na manhã desta terça-feira (7) um ato em frente ao prédio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Ministério da Educação, para solicitar, novamente, uma audiência com o presidente da entidade, Jorge Guimarães. Duas correspondências já haviam sido enviadas à entidade, que não se manifestou ao CNG.

Os docentes solicitam que a Capes reconheça o momento de excepcionalidade da paralisação e suspenda os prazos relacionados à conclusão de dissertações e teses de bolsistas vinculados à instituição, relatórios de bolsistas de produtividade e de projetos de pesquisa e também editais concernentes ao trabalho acadêmico, pelo tempo que durar o movimento de greve dos docentes.

Após mais de uma hora de manifestação bem humorada, com bandeiras, panfletagem, música e intervenção artística de uma dupla de clowns, uma comissão de professores foi recebida pela chefe de Gabinete da entidade, Cássia Mendes, e pelos diretores de Gestão, Fábio Vaz, e de Relações Internacionais, Denise Neddermeyer.

A chefe de Gabinete recebeu a carta em nome de Guimarães e disse o movimento grevista vem sendo acompanhado pela entidade. Cássia se comprometeu em encaminhar tanto a solicitação de audiência quanto a de revisão e reavaliação dos prazos ao presidente da Capes.

Na avaliação do CNG do ANDES-SN, a atividade foi vitoriosa, pois conseguiu ser recebida por representantes do alto escalão da Capes e causar uma mobilização na entidade, no sentido de ter que se manifestar a respeito da greve dos professores, que teve início em 17 de maio.

Clique neste link para visualizar o documento entregue à Capes: http://portal.andes.org.br/imprensa/noticias/imp-ult-109171827.pdf

Fonte: Andes-SN

Estudantes do colégio Pedro II, reunidos na sexta-feira, 3 de agosto, decidiram pela desocupação do gabinete da diretora geral da instituição. Os manifestantes se encontravam na unidade de São Cristóvão havia mais de 60 horas e estavam impedidos pela segurança de sair e retornar ao prédio. Os jovens de cerca de 15 anos contaram com a solidariedade de entidades do campo da educação como o Andes-SN, Anel, ADUR, ADUFF, ASDUERJ, ADUFRJ, Sindcefeteq e Assines, além dos comandos de greve, que auxiliaram nas negociações com a direção da escola.
A ocupação dos estudantes aconteceu no contexto da greve dos profissionais e estudantes da área da comunicação federal, que no Pedro II foi deflagrada no dia 18 de junho, e tinha como objetivos específicos a suspensão do calendário escolar e a continuidade das eleições para a direção da instituição. Caso fossem atendidas as exigências, seriam garantidas a reposição dos conteúdos perdidos durante o período de paralisação e a renovação da administração da instituição de forma democrática.
A diretora geral em exercício Maria Helena se recusou a receber uma última comissão formada pelas entidades solidárias e os comandos de greve, expressando a intransigência que vigorou durante as negociações por parte da administração. O grupo tinha a intenção de garantir o compromisso da direção de que haveria o reconhecimento da mediação do MEC para a resolução das pautas reivindicadas, a abertura do diálogo com o comando grevista e a não punição dos manifestantes. No entanto, não houve sensibilização da diretoria. O grupo, mesmo após a desocupação, aguarda que sejam postos em andamento os compromissos que foram firmados pela diretora e pelo MEC durante as negociações.

Estudantes do colégio Pedro II, reunidos na sexta-feira, 3 de agosto, decidiram pela desocupação do gabinete da diretora geral da instituição. Os manifestantes se encontravam na unidade de São Cristóvão havia mais de 60 horas e estavam impedidos pela segurança de sair e retornar ao prédio. Os jovens de cerca de 15 anos contaram com a solidariedade de entidades do campo da educação como o Andes, Anel, ADUR, ADUFF, ASDUERJ, ADUFRJ, Sindcefeteq e Assines, além dos comandos de greve, que auxiliaram nas negociações com a direção da escola.
A ocupação dos estudantes aconteceu no contexto da greve dos profissionais e estudantes da área da comunicação federal, que no Pedro II foi deflagrada no dia 18 de junho, e tinha como objetivos específicos a suspensão do calendário escolar e a continuidade das eleições para a direção da instituição. Caso fossem atendidas as exigências, seriam garantidas a reposição dos conteúdos perdidos durante o período de paralisação e a renovação da administração da instituição de forma democrática.
A diretora geral em exercício Maria Helena se recusou a receber uma última comissão formada pelas entidades solidárias e os comandos de greve, expressando a intransigência que vigorou durante as negociações por parte da administração. O grupo tinha a intenção de garantir o compromisso da direção de que haveria o reconhecimento da mediação do MEC para a resolução das pautas reivindicadas, a abertura do diálogo com o comando grevista e a não punição dos manifestantes. No entanto, não houve sensibilização da diretoria. O grupo, mesmo após a desocupação, aguarda que sejam postos em andamento os compromissos que foram firmados pela diretora e pelo MEC durante as negociações.

O vídeo da desocupação você pode assistir linkando-se na nossa galeria de vídeos em: http://www.youtube.com/watch?v=w23P6Nx-oSc&feature=player_embedded

A Assembléia Geral dos Professores da UFF acontece na próxima terça, dia 7 de agosto, às 15h. Diferente dos anteriores, desta vez o evento será realizado no Salão Nobre da Faculdade de Direito. A reunião deve se ater aos desdobramentos da greve após decisão tomada pelo governo na última quarta, dia 1°, com a qual desrespeitou o movimento docente e fechou acordo com o Proifes. A data foi definida nesta quinta-feira pelo Comando Local de Greve.

Quinta, 02 August 2012 10:41

Nota do Comando Local de Greve

Na noite de 1 de agosto, aconteceu uma reunião de “negociação” com o governo. Abaixo (neste boletim), segue um informe detalhado da reunião, feito pelo Comando Nacional de Greve.
A reunião consumou uma encenação. No dia 13 de julho, governo “ouviu” as entidades e apresentou uma proposta que mantinha a desestruturação da carreira e não atendia a nenhum dos princípios propostos pelo ANDES-SN. Em seguida, em uma reunião apenas com o Proifes, recebeu as “reivindicações” daquela entidade. Na reunião seguinte com todas as entidades, realizada no dia 24 de julho, apresentou uma nova proposta que, apesar de um pequeno aporte de recursos novos ao montante orçamentário para os reajustes, mantinha a mesma lógica de desestruturação da carreira e incluía ameaças concretas de quebra da autonomia universitária nos processos de progressão funcional. “Coincidentemente”, a “nova” proposta contemplava as “reivindicações” do Proifes. Então, o governo decidiu que a negociação estava concluída e que assinaria o acordo só com o Proifes.
A encenação assume então o perfil de uma opereta bufa. Quem é o bufão? Um Proifes, criado pelo governo para ser sua marionete, que durante esta greve foi desmascarado pelos docentes de diversas seções sindicais que são contabilizadas como “suas” (por exemplo, as seções sindicais das universidades federais da Bahia, de Goiás e do Ceará e do Cefet-RJ). Nesses locais, a greve foi deflagrada contra as manobras das direções, e as deliberações das Assembleias reconhecem e referendam o Comando Nacional de Greve do ANDES-SN, e repudiam a atuação do Proifes no decorrer do processo. Contra essa verdade, a entidade títere apresenta a farsa de um plebiscito eletrônico em que qualquer pessoa munida de nome e número de matrícula de um docente poderia votar. Ainda assim, muito poucos “votos eletrônicos” foram contabilizados.
É preciso deixar claro o caráter da farsa: a assinatura de um termo de acordo entre o governo e sua entidade não tem qualquer valor jurídico terminativo (conferir abaixo análise preliminar feita pela assessoria jurídica da ADUFF). Trata-se apenas de um ato político simbólico cujo objetivo é pressionar a greve e colocar-nos na defensiva. Da mesma forma, ao apontar a data de 31 de agosto e a arena do Congresso Nacional como nossos limites, o governo pretende nos encurralar.
A resposta da categoria docente só pode ser uma. Consideramos que a greve forçou o governo a se movimentar, negociar (ainda que com suas táticas burlescas) e apresentar uma proposta que disponibiliza um valor ainda relativamente pequeno, mas bem maior que o zero previsto inicialmente (R$ 4,2 bilhões). Logo, só a manutenção da greve, com a intensificação das ações de rua e da pressão sobre o Executivo e o Legislativo, pode forçar o governo a reabrir negociações, levando-nos a conquistas mais efetivas.
Com dignidade e disposição de luta, saberemos rebater à altura mais essa manobra governamental. A greve continua, e é forte. É fundamental uma presença maciça da categoria na Assembleia Geral da próxima terça-feira, dia 7, no auditório da Faculdade de Direito.
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